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Problemas com drogas!

Se a algumas das respostas abaixo for sim, nós podemos ajudar.
• Alguém de sua família tem agido de forma estranha nos últimos dias?
• Alguém da sua família fica muito tempo trancado no quarto ou dias sem aparecer em casa?
• Alguém de sua família tem subtraído objetos de valor, na sua própria casa ou na   
  vizinhança?
• Você notou alguma atitude suspeita, de alguém da sua família nos últimos dias?


A Dependência Química


 

Primeiramente, é necessário deixar claro que a dependência química é uma doença, conforme classificação da OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE) e que é crônica, progressiva, que pode
ser fatal e é múlti fatorial, ou seja, atinge o indivíduo em diversas áreas: Mental, Físico, Emocional
e Espiritual. Portanto para um tratamento eficaz é importante que a família e os profissionais quebrem preconceitos onde são utilizados, por muitas vezes, termos pejorativos, como :
"OUTRA VEZ BÊBADO", "VICIADO", "DROGADO", "É UM FRACO"

O Dependente Químico
Assim como qualquer outro paciente, precisa ser respeitado e atendido com atenção e humanidade, pois por trás de um histórico de dependência há um ser humano que é único, e que também possui uma infância, traumas, crenças, vivencias, enfim, uma história de vida.
O seu histórico de vida, qual substancia psicoativa está utilizando, a quantidade e o período, entre outras informações que são necessárias para determinar o melhor tratamento a ser indicado.
A aderência do indivíduo ao tratamento indicado, bem como a cooperação diferenciada do corpo familiar são essenciais para a sua eficácia.

Além da conscientização que se trata de uma doença incurável que necessita de um
acompanhamento especializado por um longo período na maioria dos casos.

A internação ela é indicada para que o paciente possa voltar a funcionar perante a sociedade
através de ações intersetoriais que envolvam educação, trabalho, esporte, cultura e lazer
estimulando e estabelecendo hábitos saldáveis e a melhora do estilo de vida do residente, para
que seja feita a reinserção social.

Plano de Tratamento

O PLANO DE TRATAMENTO do paciente é avaliado continuamente e modificado quando necessário, para assegurar que corresponda às novas necessidades do indivíduo.
Um paciente pode requerer combinações de serviços e componentes que variem durante
o curso do tratamento. Pode necessitar de aconselhamento, psicoterapia, medicamentos, cuidados médicos, terapia familiar, orientações aos pais, reabilitação vocacional e serviços legais e sociais.
O tratamento deve ser adequado para a idade, sexo, o grupo étnico e a cultura do paciente.​

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Intervenção Breve:

O próprio usuário tem percepção do seu estado, os mecanismos de defesa não se encontram rigidamente instalados. Um diálogo aberto com familiares, amigos ou profissionais, quanto ao uso de substância, mostrando todas as áreas de sua vida afetadas pelo uso de SPA (substância psicoativa), é o suficiente para a percepção real do seu estado. O próximo passo é a motivação para o modelo de tratamento mais adequado ao paciente, de acordo com a avaliação profissional.

Intervenção Técnica

Quando os mecanismos de defesa e a abstinência não permitem que o usuário aceite ou tenha percepção do seu estado, a orientação é a abordagem por profissionais da área de Dependência Química.
O médico da família pode dar uma explicação mais convincente do seu estado de saúde. O psicólogo ou o conselheiro em Dependência Química são profissionais com habilidades para percorrer entre os mecanismos de defesa e despertar a percepção do usuário. O próximo passo é a motivação ao método de tratamento mais adequado, de acordo com a avaliação do profissional.

Intervenção por Remoção

O Na impossibilidade de intervenção pelos métodos apresentados acima ou quando o usuário põe em risco a própria vida ou a de terceiros, a intervenção por uma equipe de campo profissional e treinada em remoção irá conduzi-lo ao Centro de Tratamento, uma vez que o comprometimento biopsicossocial do usuário não permite que ele se afaste da SPA (substância psicoativa) e seu estado mental se tornou obsessivo ao ponto de ser violento e perder todas as referências de preservação. Afastá-lo do meio em que ele se encontra, mesmo que de forma involuntária ou ambivalente, e conduzi-lo a uma avaliação clínica e interdisciplinar para promover a abstinência é a abordagem mais eficaz. O próximo passo é a motivação para adesão ao método de tratamento mais indicado, de acordo com o seu perfil e o grau de comprometimento identificado na avaliação interdisciplinar.

Conheça a estrutura. Clique na imagem para ver a foto ampliada